Os especialistas em segurança consultados por O Globo, integrantes da ONG sustentada com o dinheiro público, VIVA RIO, condenaram não só a atitude da senhora que disparou sua arma contra um assaltante, mais também a decisão da justiça para que responda em liberdade. Indo de encontro à opinião da maioria das pessoas, em pesquisa realizada pelo mesmo jornal, 89% a favor e apenas 11 contra, os tais estudiosos demonstram posição favorável a anomia que se espalha pelo país. Que autoridade possuem eles para fazerem tais afirmações? Quem não luta pelo seu direito, mesmo correndo risco, de nada pode reclamar. Não se quer que as pessoas saiam armadas pela cidade reproduzindo o velho oeste. Se os milhares de policiais militares designados todos os dias a multar com olhos de águia a menor e mais imperceptível infração de trânsito, tivessem cumprindo seu papel constitucional de policiamento ostensivo, é quase certo que o fato não teria acontecido.
As dez pragas do Egito. Ramsés II governou o Egito entre 1213 e 1279 AC. Os faraós tinham certeza que eram deuses, e podiam dominar tudo, fazer o que bem desse em suas cabeças. Não haveria outro poder, eles eram o poder supremo na terra, e do universo. Com este pensamento, Ramsés II dominou e escravizou os hebreus. Mas, Deus não ficou satisfeito e nem aceitou a arrogância do faraó. Para forçar a libertação da escravidão dos hebreus do Egito, Deus enviou mensagens, avisando Ramsés que não era bem assim, ele deveria libertar os hebreus. Ramsés II nem ligou, e dobrou a aposta. Deus então mostrou o seu poder, enviado dez pragas ao Egito, para enquadrar Ramsés. Na primeira transformou as águas do rio Nilo em sangue. Depois enviou pragas de rãs, moscas e piolhos para atazanar a vida de todos. Em seguida uma doença que matou todo o gado, nuvens de gafanhotos, uma chuva de pedras, a escuridão, e ao fim a morte de todos os primogênitos. Ramsés certamente coçou sua careca, con...
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