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Precisamos de uma nova Torre babel. Em Gênesis 11.1-9, encontra-se a explicação para o que ficou conhecido como “ A torre de Babel. Depois do dilúvio, toda a humanidade falava a mesma língua. Um grupo chegou a uma planície e ali resolveram criar uma cidade e um grande torre, a qual atingiria os céus. Deus considerou aquilo uma arrogância, e decidiu então confundir a linguagem. Desta forma, os construtores da torre passaram a não entender o que cada um falava, e a construção tornou-se impossível. O grupo dividiu-se e os que entendiam uns aos outros, se espalharam pela terra. Hoje parece que se repete a arrogância. As novas tecnologias praticamente tornaram o idioma único. Ninguém precisa falar mandarim, árabe, inglês ou qualquer outro idioma para saber o que foi dito. Basta usar um tradutor automático. Assim os humanos mais uma vez tornaram-se arrogantes, presunçosos, prepotentes. Querem nos convencer a qualquer custo de que a natureza erra, a biologia p...
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As dez pragas do Egito. Ramsés II governou o Egito entre 1213 e 1279 AC. Os faraós tinham certeza que eram deuses, e podiam dominar tudo, fazer o que bem desse em suas cabeças. Não haveria outro poder, eles eram o poder supremo na terra, e do universo. Com este pensamento, Ramsés II dominou e escravizou os hebreus. Mas, Deus não ficou satisfeito e nem aceitou a arrogância do faraó. Para forçar a libertação da escravidão dos hebreus do Egito, Deus enviou mensagens, avisando Ramsés que não era bem assim, ele deveria libertar os hebreus. Ramsés II nem ligou, e dobrou a aposta. Deus então mostrou o seu poder, enviado dez pragas ao Egito, para enquadrar Ramsés. Na primeira transformou as águas do rio Nilo em sangue. Depois enviou pragas de rãs, moscas e piolhos para atazanar a vida de todos. Em seguida uma doença que matou todo o gado, nuvens de gafanhotos, uma chuva de pedras, a escuridão, e ao fim a morte de todos os primogênitos. Ramsés certamente coçou sua careca, con...

Desculpe Aristóteles

A humanidade não seria a mesma, caso pessoas excepcionais, com inteligência acima da média, que dedicaram toda suas vidas na busca do conhecimento, o aprimoramento ético e moral, desvendaram segredos da ciência, pavimentaram a estrada para o desenvolvimento, para o engrandecimento da nossa espécie, o homo sapiens. O filosofo grego Aristóteles foi uma dessas pessoas. Foi ele quem criou o conceito da lógica indutiva, o qual chamamos de silogismo, uma fórmula simples de se resolver uma questão. Primeiro colocamos uma premissa chamada de maior, em seguida outra premissa chamada de menor, com isso, podemos obter uma conclusão. Ex.: todo homem nasce com um órgão sexual masculino, ou seja, um pênis. (Premissa maior). Tício nasceu com órgão sexual masculino. (Premissa menor). Logo, Tício é um homem. (Conclusão). Por centenas e centenas de anos, este raciocínio lógico, chamado de indutivo, foi utilizado para resolver questões complexas ou mesmo simples. De repente, o caos sobre a lógica foi se...

A história se repete.

Quando iniciamos o estudo de história, na primeira aula nos ensinam a importância de conhecer nosso passado. A história é cíclica, dizem os professores. Conhecer a história nos leva a refletir, não cometer os mesmos erros, evoluímos, tornamo-nos mais éticos, contribuímos para a evolução da humanidade. O conceito de olhar para o passado não se aplica apenas a nossa participação na sociedade. Aplica-se a vida pessoal. Olhar para o nosso passado, reconhecer os erros que cometemos, torna o caminho a frente mais leve, já que reconhecendo os erros, evitamos repeti-los . Uma enxurrada de vídeos que hoje circulam nas redes sociais, nos mostra a repetição de eventos ocorridos em 1938, na Alemanha. Residências e lojas de judeus com pichações nas paredes da estrela de Davi, símbolo da bandeira de Israel. Em manifestações de rua, nas maiores e mais renomadas universidades do mundo, estudantes defendem a barbárie praticada pelos terroristas do Hamas A esquerda mundial com o total apoio de um...

A varinha mágica

Tenho a impressão de que, nos últimos tempos, nosso país tornou-se um celeiro de magos e bruxos, todos portando uma varinha mágica. Magos e bruxos, na literatura de fantasia, são pessoas dotadas de grandes poderes e que, de posse de uma varinha mágica, são capazes de tudo, até mesmo transformar um sapo num ser humano, por exemplo. Para os que desejam aprofundar seus conhecimentos sobre magia e bruxaria, sugiro a festejada série Harry Potter, de autoria de Joanne Kathleen Rowling, conhecida pelo pseudônimo de J. K. Rowling, e que já vendeu mais de 500 milhões de exemplares. Harry Potter é um garoto de 11 anos com poderes sobrenaturais que vive no mundo normal, junto com aqueles desprovidos de qualquer poder, qualificados no romance como “trouxas”, embora seu verdadeiro mundo seja o da magia. Harry é um bruxo do bem, pautando suas condutas pela bondade e amizade, enquanto seu inimigo, Voldemort, é um bruxo do mal. Diferentemente da fantasia — onde os bruxos e magos buscam de todas as f...