Pular para o conteúdo principal

A leveza do perdão

Não são os erros de nossa caminhada que nos ensina, são os acertos. Quem erra desisti, ou vai tentar mais uma vez, logo, o risco do fracasso dobra. Quem acerta continua, o risco ficou apenas naquela tentativa que deu certo. Acertamos quando nos permitimos perdoar. Mais o que devemos perdoar? Primeiramente a nós mesmos, pelos erros e atitudes que eram previsíveis, mas a cegueira da liberdade de escolha, da certeza do livre-arbítrio sem prestação de contas a ninguém, nos levou a uma decisão questionável, mesmo que o inconsciente nos tenha alertado, ignorando a certeza do tempo, o imutável paradigma do destino, cercado de mistérios, mas com claros sinais de como será no futuro, como uma manhã de céu azul, que indica um dia de sol forte. Depois de perdoar a si mesmo, o mais difícil se apresenta: perdoar ao outro.

Comentários

Ana Medeiros disse…
MAS o que devemos perdoar ? E não "Mais"
Unknown disse…
Com os erros aprendemos que devemos tenta ,mais e mais,até acertarmos ,pois só vamos aprender errando e tentando sempre.....Quanto a perdoar ? Como irás perdoar teus irmãos pelos erros que tua achas que eles cometerão ,se você não pedi perdão a tudo e a todos e inclusive a ti mesmo........

Postagens mais visitadas deste blog

Precisamos de uma nova Torre babel. Em Gênesis 11.1-9, encontra-se a explicação para o que ficou conhecido como “ A torre de Babel. Depois do dilúvio, toda a humanidade falava a mesma língua. Um grupo chegou a uma planície e ali resolveram criar uma cidade e um grande torre, a qual atingiria os céus. Deus considerou aquilo uma arrogância, e decidiu então confundir a linguagem. Desta forma, os construtores da torre passaram a não entender o que cada um falava, e a construção tornou-se impossível. O grupo dividiu-se e os que entendiam uns aos outros, se espalharam pela terra. Hoje parece que se repete a arrogância. As novas tecnologias praticamente tornaram o idioma único. Ninguém precisa falar mandarim, árabe, inglês ou qualquer outro idioma para saber o que foi dito. Basta usar um tradutor automático. Assim os humanos mais uma vez tornaram-se arrogantes, presunçosos, prepotentes. Querem nos convencer a qualquer custo de que a natureza erra, a biologia p...
As dez pragas do Egito. Ramsés II governou o Egito entre 1213 e 1279 AC. Os faraós tinham certeza que eram deuses, e podiam dominar tudo, fazer o que bem desse em suas cabeças. Não haveria outro poder, eles eram o poder supremo na terra, e do universo. Com este pensamento, Ramsés II dominou e escravizou os hebreus. Mas, Deus não ficou satisfeito e nem aceitou a arrogância do faraó. Para forçar a libertação da escravidão dos hebreus do Egito, Deus enviou mensagens, avisando Ramsés que não era bem assim, ele deveria libertar os hebreus. Ramsés II nem ligou, e dobrou a aposta. Deus então mostrou o seu poder, enviado dez pragas ao Egito, para enquadrar Ramsés. Na primeira transformou as águas do rio Nilo em sangue. Depois enviou pragas de rãs, moscas e piolhos para atazanar a vida de todos. Em seguida uma doença que matou todo o gado, nuvens de gafanhotos, uma chuva de pedras, a escuridão, e ao fim a morte de todos os primogênitos. Ramsés certamente coçou sua careca, con...

O hacker de Taubaté

Ganhou destaque na Internet na última semana, o depoimento na CPMI sobre os fatos de 8 de dezembro, o depoimento do cidadão, Walter Delgatti, apresentado como “o hacker que invadiu a rede social Telegram, o sistema do TSE, o sistema do CNJ”. Delgati seria o peão que faltava no xadrez político para um xeque-mate na direita, com graves acusações ao Presidente Bolsonaro. O suposto “hacker” seria um gênio da computação, e teria sido cooptado pela deputada Carla Zambelli para alterar o código-fonte das urnas eletrônicas. Considerado como a principal peça no jogo, como disse acima, para o xeque-mate em Bolsonaro, a esquerda ovulava à espera do depoimento bombástico. No clima de já ganhamos antes de uma partida final de futebol, com champanhe comprada, pronta para ser aberta, e caixas e mais caixas de morteiros juninos, a vitória deu xabu, como se diz no popular. Deu água. A derrota foi vergonhosa. Walter Delgati teve sua longa ficha criminal exposta. Como em uma comédia de quin...