Não são os erros de nossa caminhada que nos ensina, são os acertos. Quem erra desisti, ou vai tentar mais uma vez, logo, o risco do fracasso dobra. Quem acerta continua, o risco ficou apenas naquela tentativa que deu certo. Acertamos quando nos permitimos perdoar. Mais o que devemos perdoar? Primeiramente a nós mesmos, pelos erros e atitudes que eram previsíveis, mas a cegueira da liberdade de escolha, da certeza do livre-arbítrio sem prestação de contas a ninguém, nos levou a uma decisão questionável, mesmo que o inconsciente nos tenha alertado, ignorando a certeza do tempo, o imutável paradigma do destino, cercado de mistérios, mas com claros sinais de como será no futuro, como uma manhã de céu azul, que indica um dia de sol forte. Depois de perdoar a si mesmo, o mais difícil se apresenta: perdoar ao outro.
As dez pragas do Egito. Ramsés II governou o Egito entre 1213 e 1279 AC. Os faraós tinham certeza que eram deuses, e podiam dominar tudo, fazer o que bem desse em suas cabeças. Não haveria outro poder, eles eram o poder supremo na terra, e do universo. Com este pensamento, Ramsés II dominou e escravizou os hebreus. Mas, Deus não ficou satisfeito e nem aceitou a arrogância do faraó. Para forçar a libertação da escravidão dos hebreus do Egito, Deus enviou mensagens, avisando Ramsés que não era bem assim, ele deveria libertar os hebreus. Ramsés II nem ligou, e dobrou a aposta. Deus então mostrou o seu poder, enviado dez pragas ao Egito, para enquadrar Ramsés. Na primeira transformou as águas do rio Nilo em sangue. Depois enviou pragas de rãs, moscas e piolhos para atazanar a vida de todos. Em seguida uma doença que matou todo o gado, nuvens de gafanhotos, uma chuva de pedras, a escuridão, e ao fim a morte de todos os primogênitos. Ramsés certamente coçou sua careca, con...
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