O ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, acaba de ingressar na justiça, reivindicando indenização por danos morais, tendo por base o texto de uma questão formulada aos candidatos ao cargo de procurador da fazenda. A indagação jurídica sobre qual o crime cometido por um motorista chamado Delúbio, ao usar um veículo oficial em proveito próprio e logo após devolvê-lo deve ter afrontado os brios do petista famoso. Como pode ele ser comparado a um reles motorista? Como pode ele apropriar-se de um bem e restituir em seguida? Afinal o que a ele se atribui vai muito além disto. Para início de conversa, qualquer negociata ou desvio começava com seis zeros, a dúvida era apenas o número inicial, preferencialmente com dois dígitos. Os que elaboraram a questão devem ser imediatamente punidos para que aprendam a não menosprezar a capacidade dos outros, pois do contrário amanhã se pode estar comparando Fernandinho da Beira-mar a um simples traficante de esquina, e com certeza ele também não vai ficar satisfeito.
Precisamos de uma nova Torre babel. Em Gênesis 11.1-9, encontra-se a explicação para o que ficou conhecido como “ A torre de Babel. Depois do dilúvio, toda a humanidade falava a mesma língua. Um grupo chegou a uma planície e ali resolveram criar uma cidade e um grande torre, a qual atingiria os céus. Deus considerou aquilo uma arrogância, e decidiu então confundir a linguagem. Desta forma, os construtores da torre passaram a não entender o que cada um falava, e a construção tornou-se impossível. O grupo dividiu-se e os que entendiam uns aos outros, se espalharam pela terra. Hoje parece que se repete a arrogância. As novas tecnologias praticamente tornaram o idioma único. Ninguém precisa falar mandarim, árabe, inglês ou qualquer outro idioma para saber o que foi dito. Basta usar um tradutor automático. Assim os humanos mais uma vez tornaram-se arrogantes, presunçosos, prepotentes. Querem nos convencer a qualquer custo de que a natureza erra, a biologia p...
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