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As dez pragas do Egito. Ramsés II governou o Egito entre 1213 e 1279 AC. Os faraós tinham certeza que eram deuses, e podiam dominar tudo, fazer o que bem desse em suas cabeças. Não haveria outro poder, eles eram o poder supremo na terra, e do universo. Com este pensamento, Ramsés II dominou e escravizou os hebreus. Mas, Deus não ficou satisfeito e nem aceitou a arrogância do faraó. Para forçar a libertação da escravidão dos hebreus do Egito, Deus enviou mensagens, avisando Ramsés que não era bem assim, ele deveria libertar os hebreus. Ramsés II nem ligou, e dobrou a aposta. Deus então mostrou o seu poder, enviado dez pragas ao Egito, para enquadrar Ramsés. Na primeira transformou as águas do rio Nilo em sangue. Depois enviou pragas de rãs, moscas e piolhos para atazanar a vida de todos. Em seguida uma doença que matou todo o gado, nuvens de gafanhotos, uma chuva de pedras, a escuridão, e ao fim a morte de todos os primogênitos. Ramsés certamente coçou sua careca, consultou os sacerdotes, olhou para os lados, respirou fundo e concluiu: Melhor libertar estes hebreus. Assim foi feito, e sob liderança de Moisés, os hebreus foram libertados e iniciaram a caminhada a terra de Canaã. Quase quatro mil anos depois, em um pais das américas, um Ramsés surgiu, e considerando-se um deus, passou a usar a perversidade para perseguir o povo, prendendo, calando, impondo impostos injustos. Foi então que um ser muito superior a ele mandou a mensagem: Pare! Você não é Deus. O novo Ramsés riu, debochou e dobrou a aposta assim como seu antecessor Ramsés II. O ser superior então começou a enviar várias pragas. Primeiro taxou as mercadorias que comprava do país de Ramsés III em 50%. Depois cancelou o visto de viagem dele e de seus amigos. Colou na lista as pragas seguintes: Vou desligar seu GPS, aumentar ainda mais as taxas, vou proibir você e seus familiares de ter cartão de crédito, e imóveis fora do seu país, e outras coisas mais. Por enquanto Ramsés III continua avaliando se é mesmo Deus ou existe um ser superior a ele, com um imenso poder, um poder de o aniquilar, esfregar a arrogância na sua fuça, e o fazer engolir sem água. Se fosse normal e sensato, leria o livro de Êxodo, 7.11, fria uma avaliação lógica, e concluiria que vai perder, e perder feio, antes que seja tarde demais.

Comentários

Anônimo disse…
Excelente reflexão! Parabéns, Nascimento!
Anônimo disse…
Perfeito
Vc precisa escrever biografia da sua vida
Um cidadão disse…
A história continua... até quando???
Anônimo disse…
Show, amigo Parabéns!!!
Andrea disse…
Excelente texto , meu amigo. Parabéns 👏🏼
Anônimo disse…
Excelente texto amigo. Parabéns 🙏🙏🙏