A piada é antiga, mas vale a pena lembrar. A família não era muito chegada à higiene, e muito menos aos afazeres domésticos. Não tinha empregada, e por isso todos os dias a briga era para saber quem iria pelo menos lavar os pratos do almoço ou jantar. Em uma noite, a filha mais velha avisou que o seu novo namorado viria para o jantar, e como não poderia deixa de ser, para conhecer o futuro sogro, a sogra, e seu cunhado.
E quem vai lavar toda a louça? – pergunta a futura sogra, já se esquivando.
Diante do impasse, o pai propôs o seguinte: após todos sentarem a mesa, aquele que abrir a boca, e falar uma única palavra, será o escolhido para lavar a louça, exceto claro, o visitante.
Chega a hora, e todos se sentam a mesa. O jovem eufórico agradece e elogia a comida, fala sobre política, sobre futebol. Fala sobre sua própria família, avisa como seus pais estão satisfeitos com o namoro, e estranha todo aquele silencio.
Deve ser a educação deles. – Pensa consigo mesmo.
Termina o jantar, e jovem namorado continua a puxar conversa. Todos levantam e sentam na sala. O silencio é sepulcral. O jovem começa a ficar irritado, e na tentativa de provocar, dar um beijo na namorada. O pai não reclama. A mãe ignora. Sem entender o que está acontecendo, o jovem vai em frente, e passa a mão nos peitos da gostosa. Mais uma vez, nem o pai e nem a mãe, reclama ou repreendem.
Gostando a situação, o jovem continua e levanta a saia da moça, passando a carícias mais atrevidas. Sem contestação alguma, ele come a garota ali mesmo, na frente dos pais.
Depois ataca a cunhada, a sogra, o cunhado, e por fim o pai. Incrédula com o que assiste, a namorada berra: pai, o senhor vai permitir isso?
O pai cai em gargalhada, e grita: vai lavar a louça.
Moral da história:
Mesmo correndo o risco é melhor falar logo, antes que seja tarde.
Precisamos de uma nova Torre babel. Em Gênesis 11.1-9, encontra-se a explicação para o que ficou conhecido como “ A torre de Babel. Depois do dilúvio, toda a humanidade falava a mesma língua. Um grupo chegou a uma planície e ali resolveram criar uma cidade e um grande torre, a qual atingiria os céus. Deus considerou aquilo uma arrogância, e decidiu então confundir a linguagem. Desta forma, os construtores da torre passaram a não entender o que cada um falava, e a construção tornou-se impossível. O grupo dividiu-se e os que entendiam uns aos outros, se espalharam pela terra. Hoje parece que se repete a arrogância. As novas tecnologias praticamente tornaram o idioma único. Ninguém precisa falar mandarim, árabe, inglês ou qualquer outro idioma para saber o que foi dito. Basta usar um tradutor automático. Assim os humanos mais uma vez tornaram-se arrogantes, presunçosos, prepotentes. Querem nos convencer a qualquer custo de que a natureza erra, a biologia p...
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