Amigos, não se trata de saudosismo. Antigamente era melhor e pronto. Claro, que não havia a Internet, celular, computador, calculadora, e todas essas geringonças que fazemos questão de possuir, e na maioria das vezes nem a dominamos.
No passado havia respeito. Quando o professor entrava na sala de aula, todos deviam se levantar. Crianças não ficavam perto dos mais velhos, a não ser que fossem chamados. Os pais eram respeitados, e quem se atrevesse a não respeitar levava porrada, ficava de castigo.
Era sufocante? De forma alguma. Havia a liberdade com responsabilidade. “Pode ir para a rua. Nove horas, volta para dormir.” Esta era o ordem do pai ou da mãe. Coitado de quem resolvesse esquecer. As paredes da escola eram limpas, cantava-se o hino nacional todos os dias, e tinha que aprender a tabuada. A professora passava dever de casa, e quem não apresentasse no dia seguinte, tava fudido.
Sou do tempo da palmatória. Nossos cadernos eram verificados diariamente, e se houvesse sujeira, a orelha ia arder. Menina para namorar tinha que ter consentimento dos pais, e só depois dos quinze anos. O príncipe encantado só chegava ao portão. Nada de adentrar em casa, abrir geladeira, comer sua comida, fuder sua filha, e depois não se saber nem quem era a peça. Crianças e adolescentes vestiam o que os pais compravam. O sonho máximo era uma calça de jeans desbotada. Quem não tinha uma metia na água sanitária para obter o resultado.
Nos bailes se dançava agarradinho, e as letras falavam de amor e paixão. Nada de “vou te comer”,” “estou ficando atoladinha”, muito menos “ só as cachorras”. Se alguém chamasse sua filha de cachorra, era bem provável que você fosse a júri popular.
Íamos à igreja, fazíamos primeira comunhão. Tinha festa de noivado e casamento. Hoje tudo mudou. O politicamente correto o obriga a aceitar as mais esdrúxulas situações.
Se o seu filho de apenas quinze anos, disser: “Papai, acho que sou gay, e estou com muita vontade de dar o cú”, você deve ser compreensivo, aceitar a escolha do menino (a), e tornar as coisas melhores. “Tá bem meu filho. Se você quer dá o cú, que dê aqui em casa. Pelo menos vou saber para quem você ta dando”. Deve correr e mandar pintar o quarto dele (a) de rosinha, e retirar de lá tudo que o faça sofrer, como carrinhos, jogos masculinos, e os bonecos que eles tanto queria no passado, e que foram deixados de lado. Coloque bonecas, um jogo de maquiagem, calcinhas, e vários quilos de camisinhas. Sim, muitas camisinhas, para incentivar a ele continuar dando o cú. Não se pode, como manda o politicamente correto, contrariar o adolescente. Não se esqueça de KY. Se ele ainda não sabe para que serve, explique a ele que todo começo é sempre muito difícil e dolorido. Você só está sendo um pai ou uma mãe moderna. Se você não tem filho (a) mas filha, e um belo dia ela (ele), chegar ao seu lado e disser que descobriu que gosta de meninas, deve agir da mesma forma anterior. Vá a um sexy shopping correndo, peça o catálogo, e compre vários vibradores. Afinal, ela (ele) ainda não sabe bem qual o modelo correto para satisfazer sua “namorada”. Não ouse questionar a escolha da menina de apenas quinze anos. Seria politicamente incorreto. Aceite tudo como a coisa mais natural do mundo, e incentive: Filha (o) estou com você para o que der e vier. Ai de quem for contra você. O que me importa é que você seja feliz. O importante é não contrariar os desejos da menina (o). Ela pode se tornar uma pessoa agressiva, depressiva, tudo porque os seus desejos não foram aceitos por você. Se o seu menino que quer ser menina ou sua menina que quer ser menino, disser que passou a fumar maconha, não se assuste. Arrume logo um traficante que entregue em casa. Isto para evitar os riscos de se ir a uma boca-de-fumo. Corra e compre logo equipamentos para desodorizar o ambiente de sua casa. Não é para esconder que ele (a) fuma maconha em casa com seu consentimento. É para tirar o cheiro mesmo, pois maconha fede para cacete, já que sempre é misturada com bosta de boi. É amigos, tenho saudade dos velhos tempos. Quando o pai desconfiava que o menino estava mais para menina, o mandava para o Seminário. Ele ia ser padre. Pelo menos ia dá o cú escondido, e ainda iria usar saia sem que ninguém questionasse. Hoje tudo mudou. A filha resolve, porque soube que uma amiga fez, colocar um pedaço de metal na xota, outro na língua, pintar o cabelo de lilás, e se achar o máximo. Voce não pode e não deve reclamar de nada. Vai que ela entra em depressão, torna-se uma adulta agressiva, incompetente, preguiçosa, suja e mulambuda? A culpa é só sua, que não foi politicamente correto. Amigos, desfrutem do presente e do futuro. Eu to fora.
Aurílio Nascimento
Comentários
ADOREI LER SUA MSG,EU FUI CRIADA ASSIM,COM DICIPLINA, MUITO AMOR E RESPEITO POR TUDO,MAS HJ TUDO MUDOU COMO VC DIZ AI,ADOREIIIIIII
SAUDADES DE TI AMIGO.
BJOS SUA AMIGA GINA