Todas as propostas dos candidatos ao governo do Rio de Janeiro para a área de segurança são inócuas e isto será verificado ao término do mandado daquele que for eleito. Sérgio Cabral pretende praticamente dobrar o número de policiais, de 38 mil para 60 mil. Ora, quem entende de segurança sabe perfeitamente que dez homens bem treinados e motivados valem por 100 mal treinados e desmotivados. Marcelo Crivella diz que vai dar poder de polícia a marinha, exército e aeronáutica. Sem comentários. Denise Frossard iniciará seu governo com uma grande mudança. Vai mudar o nome da secretaria de segurança pública, para secretaria de estado de defesa da cidadania. Tal proposta deve ter sido sugerida por algum numerólogo. Mudança de nome para melhorar desempenho só pode ter tal explicação. Eduardo Paes vai acelerar as punições aos policiais, assim como fez outro governador, cujas punições foram todas anuladas pela justiça. Milton Temer vai cacabar com o caveirão. Grande idéia. Os marginais vão aplaudir. Conclusão: tudo bazófia.
Precisamos de uma nova Torre babel. Em Gênesis 11.1-9, encontra-se a explicação para o que ficou conhecido como “ A torre de Babel. Depois do dilúvio, toda a humanidade falava a mesma língua. Um grupo chegou a uma planície e ali resolveram criar uma cidade e um grande torre, a qual atingiria os céus. Deus considerou aquilo uma arrogância, e decidiu então confundir a linguagem. Desta forma, os construtores da torre passaram a não entender o que cada um falava, e a construção tornou-se impossível. O grupo dividiu-se e os que entendiam uns aos outros, se espalharam pela terra. Hoje parece que se repete a arrogância. As novas tecnologias praticamente tornaram o idioma único. Ninguém precisa falar mandarim, árabe, inglês ou qualquer outro idioma para saber o que foi dito. Basta usar um tradutor automático. Assim os humanos mais uma vez tornaram-se arrogantes, presunçosos, prepotentes. Querem nos convencer a qualquer custo de que a natureza erra, a biologia p...
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