Todas as propostas dos candidatos ao governo do Rio de Janeiro para a área de segurança são inócuas e isto será verificado ao término do mandado daquele que for eleito. Sérgio Cabral pretende praticamente dobrar o número de policiais, de 38 mil para 60 mil. Ora, quem entende de segurança sabe perfeitamente que dez homens bem treinados e motivados valem por 100 mal treinados e desmotivados. Marcelo Crivella diz que vai dar poder de polícia a marinha, exército e aeronáutica. Sem comentários. Denise Frossard iniciará seu governo com uma grande mudança. Vai mudar o nome da secretaria de segurança pública, para secretaria de estado de defesa da cidadania. Tal proposta deve ter sido sugerida por algum numerólogo. Mudança de nome para melhorar desempenho só pode ter tal explicação. Eduardo Paes vai acelerar as punições aos policiais, assim como fez outro governador, cujas punições foram todas anuladas pela justiça. Milton Temer vai cacabar com o caveirão. Grande idéia. Os marginais vão aplaudir. Conclusão: tudo bazófia.
As dez pragas do Egito. Ramsés II governou o Egito entre 1213 e 1279 AC. Os faraós tinham certeza que eram deuses, e podiam dominar tudo, fazer o que bem desse em suas cabeças. Não haveria outro poder, eles eram o poder supremo na terra, e do universo. Com este pensamento, Ramsés II dominou e escravizou os hebreus. Mas, Deus não ficou satisfeito e nem aceitou a arrogância do faraó. Para forçar a libertação da escravidão dos hebreus do Egito, Deus enviou mensagens, avisando Ramsés que não era bem assim, ele deveria libertar os hebreus. Ramsés II nem ligou, e dobrou a aposta. Deus então mostrou o seu poder, enviado dez pragas ao Egito, para enquadrar Ramsés. Na primeira transformou as águas do rio Nilo em sangue. Depois enviou pragas de rãs, moscas e piolhos para atazanar a vida de todos. Em seguida uma doença que matou todo o gado, nuvens de gafanhotos, uma chuva de pedras, a escuridão, e ao fim a morte de todos os primogênitos. Ramsés certamente coçou sua careca, con...
Comentários